A vida vivida intensamente...

sexta-feira, 6 de agosto de 2004

Feliz dia dos Pais...

Bom dia, pessoas...
Hoje é o último dia dessa semana aqui em Tq... Retorno hoje pra NH e pra dizer a verdade espero que seja um final de semana muito legal... Afinal domingo é dia dos pais, e é a útima chance da galera se reunir lé em NH...
Sábado já tem festa... Letícia, estaremos lá, com certeza...
E domingo acho que vou tirar pra passar com meu pai mesmo...
Puts como gosto dele... Não saberia viver sem ele... Sabe, as pessoas falam da ligação dos filhos com a mãe, mas no meu caso acredito ser diferente... é impressionante como me identifico com meu pai... ele parece sentir as mesmas coisas que eu, parece adivinhar as coisas que eu vou fazer, mesmo antes d'eu fazê-las... são coisas inexplicáveis que não sei como acontecem... só sei que me deixam muito encanada... Mas meu pai é meu pai... e eu o amo com todas as minhas forças... pra dizer a verdade, creio que ele seja a única pessoa que nunca irá me abandonar... ele realmente é sangue do meu sangue... nossa ligação é indiscutível...

Bom, pai... você sabe que eu sou mais você não só agora no dia dos pais, mas todos os dias... e que sempre estarie do seu lado... pois acredito na sua sinceridade, na sua competência, na sua pessoa, no seu carater... enfim, acredito em você...

Agora chega de melação...
Preciso dar atenção pros meus alunos... Afinal professora é pra isso...hehehhe

Por hoje é só...
Galera da Faculdade, tô morrendo de saudades, não vejo a hora de chegar segunda-feira...
Lu, nossa... tô muito anciosa pra te ver... beijos pra você...

Pensamento do dia:A partida
Quero ir-me embora pra estrela
Que vi luzindo no céu
Na várzea do setestrelo.
Sairei de casa à tarde
Na hora crepuscular
Em minha rua deserta
Nem uma janela aberta
Ninguém para me espiar
De vivo verei apenas
Duas mulheres serenas
Me acenando devagar.
Será meu corpo sozinho
Que há de me acompanhar
Que a alma estará vagando
Entre os amigos, num bar.
Ninguém ficará chorando
Que mãe já não terei mais
E a mulher que outrora tinha
Mais que ser minha mulher
É mãe de uma filha minha.
Irei embora sozinho Sem angústia nem pesar
Antes contente da vida
Que não pedi, tão sofrida
Mas não perdi por ganhar.
Verei a cidade morta
Ir ficando para trás
E em frente se abrirem campos
Em flores e pirilampos
Como a miragem de tantos
Que tremeluzem no alto.
Num ponto qualquer da treva
Um vento me envolverá
Sentirei a voz molhada
Da noite que vem do mar
Chegar-me-ão falas tristes
Como a querer me entristar
Mas não serei mais lembrança
Nada me surpreenderá:
Passarei lúcido e frio
Compreensivo e singular
Como um cadáver num rio
E quando, de algum lugar
Chegar-me o apelo vazio
De uma mulher a chorar
Só então me voltarei
Mas nem adeus lhe darei
No oco raio estelar
Libertado subirei.

Um beijo e um sorriso...

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